Quase sempre explora o humor; às vezes, diz coisas mais sérias por meio de uma aparente conversa fiada.
Registra o circunstancial do nosso cotidiano mais simples, acrescentando, aqui e ali, fortes doses de humor, sensibilidade, ironia, crítica e poesia.
O cronista proporciona ao leitor uma visão mais abrangente, que vai além do fato; mostra-lhe de outros ângulos, os sinais de vida que diariamente deixamos escapar da nossa observação.
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